Order of the Sinking Star, novo projeto de Jonathan Blow, criador de Braid e The Witness, ganhou data de lançamento e chega em 8 de outubro ao PC, PlayStation 5 e Nintendo Switch 2. O anúncio veio acompanhado de um novo trailer.
O jogo é descrito como uma grande aventura de puzzle e narrativa ambientada em um reino repleto de magia, criaturas perigosas e segredos. A principal promessa é a quantidade de conteúdo: são mais de mil quebra-cabeças feitos à mão, construídos para se conectar ao longo da aventura.
A campanha será dividida em quatro mundos distintos
Cada um com suas próprias regras, mecânicas, personagens e histórias. A ideia é que o jogador possa explorar esses lugares no próprio ritmo, voltar para áreas anteriores e resolver desafios conforme novas habilidades e conhecimentos são adquiridos.
O grande diferencial está justamente na forma como os quebra-cabeças se relacionam. Segundo a descrição oficial, novas mecânicas serão introduzidas progressivamente e os desafios posteriores poderão combinar conceitos apresentados anteriormente, criando situações mais complexas conforme os mundos começam a se conectar.
Os personagens também terão papel importante. O jogo apresenta diferentes protagonistas, incluindo rainhas, ladrões, guerreiros, magos e até um barco falante, cada um com habilidades próprias que complementam os demais.
A narrativa será descoberta principalmente durante a exploração e a resolução dos próprios puzzles. Anotações encontradas pelo jogador ajudam a montar a história e revelar os mistérios do reino aos poucos, em vez de entregar todas as respostas de uma vez.
Order of the Sinking Star chega em 8 de outubro de 2026 para PC, PlayStation 5 e Nintendo Switch 2.
Nossa leitura
Mil quebra-cabeças é um número impressionante, mas não é isso que vai definir o jogo.
O histórico de Jonathan Blow pesa bastante aqui. Braid e principalmente The Witness mostraram que ele gosta de ensinar regras ao jogador sem transformar tudo em um tutorial tradicional. A melhor possibilidade para Order of the Sinking Star é justamente repetir essa fórmula em uma escala muito maior.
Também chama atenção a estrutura aberta. Em vez de obrigar o jogador a seguir uma sequência rígida, o jogo parece querer que cada pessoa escolha quando explorar, quando voltar e qual problema tentar resolver.
Nossa aposta é que esse será um dos indies mais interessantes para quem gosta de jogos que realmente exigem raciocínio. A questão é saber se mil desafios vão manter o interesse do começo ao fim.
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